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	<title>Helder Rodrigues</title>
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		<title>Orquestra Ligeira do Exército</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 22:28:42 +0000</pubDate>
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Cerca de dois anos após a última visita, voltei ao Theatro Circo. Desta vez, o objectivo era rever a Orquestra Ligeira do Exército&#160; (OLE). Já os tinha visto anteriormente em duas ocasiões. A primeira foi em Vale de Cambra e, se não me engano, estávamos em 1993. A segunda vez que assisti a um espectáculo [...]]]></description>
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<p align="justify">Cerca de dois anos após <a title="Bassdrumbone" target="_blank" href="http://www.helderrodrigues.eu/2008/03/19/bassdrumbone/">a última visita</a>, voltei ao Theatro Circo. Desta vez, o objectivo era rever a Orquestra Ligeira do Exército&nbsp; (OLE). Já os tinha visto anteriormente em duas ocasiões. A primeira foi em Vale de Cambra e, se não me engano, estávamos em 1993. A segunda vez que assisti a um espectáculo da OLE foi no Coliseu do Porto há cerca de cinco anos. Apesar do tempo que passou entre cada concerto, ainda recordo bastantes pormenores dos mesmos. Sei que, pelo menos um elemento (mas talvez sejam mais), ainda se mantém desde o primeiro concerto que assisti. A formação têm-se mantido mas, naturalmente, tem-se assistido a uma renovação dos elementos que a compõem. Se há vinte e tal anos era a única <em>big band</em> do país, hoje, felizmente, já são em número significativo. Contudo, a OLE não manteve a qualidade que possuía nessa altura: melhorou-a. E muito!<br /></p><p align="justify"><img width="280" height="178" align="right" style="margin: 4px;" alt="Orquestra Ligeira do Exército" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/uploads/OLE.JPG" />A nível de repertório, o estilo também se mantém, mas aparecem novas músicas ou versões diferentes de músicas que já fazem parte do &quot;património&quot; da OLE. Neste concerto ouviram-se temas muito diversificados, passando por clássicos do <em>swing, </em>como<em> </em>&quot;Mack the Knife&quot;,<em> </em>temas da época dourada da música ligeira portuguesa (Paulo de Carvalho ou Fernando Tordo), versões <em>swingadas</em> de fados de Carlos do Carmo, música tradicional portuguesa (enriquecida com magníficos arranjos de orquestra), grandes nomes do rock, como os ABBA, os Queen ou Phil Collins, e até a controversa (mas talentosa) Amy Winehouse. Com esta diversidade e com a reconhecida qualidade apresentada a evidente satisfação do público era completamente natural e justificada.</p><p align="justify">A nível pessoal, é sempre uma enorme satisfação ver a OLE e, em jeito de confissão, reconheço que, em tempos, cheguei a ponderar o cumprimento do serviço militar. Não pelo sentido de missão ou pelo espírito de corpo que isso representava, mas por achar que, dentro dos meus gostos e apetências musicais, o lugar de terceiro trombone (ou trombone baixo) da OLE seria a realização máxima das minhas pretensões a nível musical. Por tudo isto, espero revê-los brevemente e ficar novamente agradado.<br /></p>]]></content:encoded>
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		<title>Novo endereço</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Dec 2009 23:31:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Depois de vários anos em www.helderrodrigues.com, mudei-me para um novo domínio. Agora estou em www.helderrodrigues.eu e por aqui devo ficar nos próximos tempos. Aqueles que me acompanhavam devem registar esta alteração e continuar a fazê-lo na nova morada. No antigo endereço mora agora um homónimo meu que é um dos melhores pilotos a nível mundial: [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;">Depois de vários anos em <a href="http://www.helderrodrigues.com/">www.helderrodrigues.com</a>, mudei-me para um novo domínio. Agora estou em <a href="../">www.helderrodrigues.eu</a> e por aqui devo ficar nos próximos tempos. Aqueles que me acompanhavam devem registar esta alteração e continuar a fazê-lo na nova morada. No antigo endereço mora agora um homónimo meu que é um dos melhores pilotos a nível mundial: o motard Hélder Rodrigues. Para ele os desejos de muita sorte e que trate bem aquela que foi a &quot;minha casa&quot; nos últimos quatro anos.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Maratona dos 5 Cumes &#8211; 2009</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 23:09:11 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Maratona dos 5 Cumes vai na terceira edição e cada vez mais se torna num evento de referência na modalidade. Dado que ainda não falhei qualquer edição, esta começa a tornar-se a &#8220;prova-rainha&#8221; do meu calendário betetista. Esta edição era especial por mais um motivo particular &#8211; a data. Depois de cumpridas as formalidades habituais, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Maratona dos 5 Cumes vai na terceira edição e cada vez mais se torna num evento de referência na modalidade. Dado que ainda não falhei qualquer edição, esta começa a tornar-se a &#8220;prova-rainha&#8221; do meu calendário betetista. Esta edição era especial por mais um motivo particular &#8211; a <a href="http://www.helderrodrigues.eu/perfil/">data</a>. Depois de cumpridas as formalidades habituais, na manhã de um Domingo agradável para a prática do BTT, lá estava eu incluído num pelotão com mais de 2000 elementos. O entusiasmo era evidente e tudo estava preparado para mais uma grande jornada. A partida foi dada atempadamente e aquele enorme emaranhado de jerseys foi-se alongando estrada fora. Com tantos participantes, os congestionamentos eram inevitáveis e, durante os primeiros quilómetros foram frequentes.</p>
<p style="text-align: justify;"><img style="border-width: 0px; border-style: solid; padding: 0px; margin: 3px;" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/cartaz_5cumes_2009.jpg" alt="cartaz_5cumes_2009.jpg" width="210" height="297" align="left" />Depois de ultrapassado o primeiro cume a estrada foi substituída por trilhos maioritariamente em terra batida, mas quando estes estreitavam mais um pouco, voltavam os engarrafamentos. O mesmo aconteceu no abastecimento efectuado no segundo cume. Era realmente muita gente! Os velocistas que lutam pela classificação geral nem reparam que existem estes momentos de descontração, mas os mais &#8220;domingueiros&#8221; não desperdiçam uma oportunidade destas. Estes param demoradamente, não tanto para descansar, mas para verificar cuidadosamente a qualidade dos alimentos (em especial dos bolos)<img src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/plugins/xinha4wp/xinha_core/plugins/InsertSmiley/smileys/0002.gif" alt="Smiley" />.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ano a preparação não tinha sido a melhor e, como tal, a ideia inicial era fazer apenas 3 cumes. No final do segundo cume ainda me sentia muito bem e cheguei a pensar em fazer o percurso mais longo. No entanto, a longa subida para o terceiro cume denunciou algumas dificuldades e desfez quaisquer dúvidas. Depois de superar o último cume era quase sempre a descer até Barcelos, o que levou a um aumento considerável de ritmo. A parte final foi feita quase em contra-relógio e foi aí que aconteceu o momento decisivo. A cerca de 5 kms do final, numa descida a grande velocidade, um pau de dimensões consideráveis saltou-me para a roda traseira e partiu o suporte do desviador traseiro. O desviador ficou bastante danificado e alguns raios empenados. Infelizmente, a minha maratona terminou por ali. Pela primeira vez não terminei uma prova e cheguei ao final numa carrinha de assistência que mais parecia um autocarro, tal era a quantidade de azarados.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de ter ficado com um marco negativo em termos pessoais, esta maratona foi um dos melhores eventos em que participei e, dada a sua dimensão, era praticamente impossível a organização fazer melhor. Parabéns à <a href="http://www.amigosdamontanha.com/">organização</a> e aos participantes!</p>]]></content:encoded>
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		<title>Por Terras do Coura</title>
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		<pubDate>Wed, 22 Jul 2009 21:39:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[
Com os dias quentes e longos aumenta a vontade de realizar actividades ao ar livre. O BTT foi a actividade predilecta do ano anterior mas este ano temos dado preferência ao ténis. Contudo, um dos projectos por realizar do Verão passado que se encontrava em stand-by foi o escolhido para “começar a época”. A Travessia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify"><p>
<img height="194" align="right" width="240" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/coura1.jpg" alt="Por Terras de Coura" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 5px; margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />Com os dias quentes e longos aumenta a vontade de realizar actividades ao ar livre. O BTT foi a actividade predilecta do ano anterior mas este ano temos dado preferência ao ténis. Contudo, um dos projectos por realizar do Verão passado que se encontrava em <em>stand-by</em> foi o escolhido para “começar a época”. A Travessia do Alto Coura é um circuito que percorre praticamente todo o concelho de Paredes de Coura. O percurso tem uma extensão de cerca de 45 kms e passa por vários pontos de interesse.
Com esse objectivo em mente, partimos em direcção aos montes e vales que envolvem o Rio Coura. </p><p><img height="180" align="left" width="240" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/coura2.jpg" alt="Abrindo caminho" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 5px; margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />Seguindo o conselho do prospecto disponível nos sites oficiais, começamos o percurso junto à escola primária de Venade. Seguimos as marcações do percurso e depois de atravessar um pequeno bosque começamos a subir a bom ritmo. A meio da subida encontrámos uma sinalização pouco explícita (pelo menos para nós). Uma estaca de madeira tinha várias marcações. Uma parecia indicar “Caminho errado” mas outras pareciam significar precisamente o contrário. Optámos por seguir esse caminho e continuar a subir. A partir daí as marcações rarearam e começamos a achar que algo não estava certo. Mesmo procurando bem as marcações e analisando o mapa, algo parecia falhar. Deixámos de ver marcações e procurámos a estrada para chegar à povoação mais próxima. Foi assim que rapidamente chegámos a Porreiras, onde voltámos a encontrar os sinais que tanto procurávamos. Seguindo as indicações fomos ter a um belo e interessante local: a Eira Comunitária de Porreiras. A partir daí seguímos as marcações que até estavem bem nítidas e bem colocadas. Ultrapassámos alguns troços em mau estado de circulação devido à falta de uso e pouco depois, após as quedas da praxe e mais algumas peripécias, estávamos novamente junto daquele sinal &quot;duvidoso&quot; do início. Foi então que percebemos que a maior parte do percurso que realizámos não era o que pretendíamos. Voltámos para trás. Desta vez seguíamos o trajecto indicado e passávamos por locais de enorme beleza paisagística. As coisas agora estavam a correr bem, mas não seria por muito tempo. </p><p><img height="180" align="left" width="240" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/porreiras.jpg" alt="Eira comunitária de Porreiras" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 5px; margin-right: 5px; margin-bottom: 5px; margin-left: 5px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />Como vem sendo habitual de cada vez que pego na bicicleta, fui contemplado com mais um furo. Levava uma câmara de ar sobressalente, mas também já ia furada (homem prevenido&#8230;). Para melhorar o cenário, a cola que levava no kit de ferramentas evaporara-se por completo. Aproveitando a paragem forçada, recuperámos forças numa espécie de mini-piquenique em plena serra. Depois, foi altura de relembrar tempos de infância e um tal de MacGyver. Ele resolveria um problema destes com uma chiclete. Procurei qualquer coisa semelhante e encontrei uns restos de cola da mala de ferramentas. Fiz uma espécie de chiclete, colei-a no furo, enchi o pneu e este aguentou uns bons quilómetros. Deu para chegar ao carro e depois a Paredes de Coura. Com tantas peripécias, não foi possível cumprir o objectivo inicial, o que nos levará a tentar novamente nos próximos tempos. Contudo, apesar de todos os imprevistos (ou devido a tudo isso), foi um passeio memorável.
</p></div>
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		<title>II Maratona BTT &#8211; Viana do Castelo</title>
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		<pubDate>Sat, 30 May 2009 21:57:13 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Ao longo deste ano, devido às condições atmosféricas, ao cansaço ou à falta de vontade, a bicicleta tem gozado uns bons períodos de folga. Assim, cerca de um mês após a última saída de bicicleta (na altura apenas para um pequeno passeio), surgia um novo desafio: a maratona de Viana do Castelo. Apesar de estar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div align="justify">Ao longo deste ano, devido às condições atmosféricas, ao cansaço ou à falta de vontade, a bicicleta tem gozado uns bons períodos de folga. Assim, cerca de um mês após a última saída de bicicleta (na altura apenas para um pequeno passeio), surgia um novo desafio: a maratona de Viana do Castelo. Apesar de estar inscrito na maratona, a falta de treino aconselhava a optar pela meia-maratona e a fazê-la em ritmo bem moderado. O desconhecimento da zona também fazia aumentar a expectativa. Já tínhamos andado por lá aquando da <a href="http://www.helderrodrigues.eu/2009/03/28/ii-rota-do-cavalo-selvagem/">Rota do Cavalo Selvagem</a> e a experiência, tal como as paisagens e os trilhos, deixara boas recordações.<br /><img height="220" width="180" align="right" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 3px; margin-right: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 3px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " alt="maratonaviana.jpg" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/maratonaviana.jpg" />Á hora prevista estávamos a levantar os dorsais e as recordações e prontos para a partida. No entanto, esta atrasou-se um pouco e só aconteceu bem próximo das 10:30h. Nessa altura o calor já se fazia sentir e as perspectivas eram de muito calor. O arranque foi dado e o grande pelotão dirigiu-se logo para o Monte de Santa Luzia. Apesar de longa, esta subida feita em estrada não é das mais difíceis e serviu para alongar um pouco o pelotão, diminuindo os engarrafamentos nas partes mais complicadas. Depois de passar o Santuário, o percurso ainda subia mais um pouco até uma viragem á esquerda onde começaram os trilhos em terra batida que se mantiveram quase até final. Estes foram bem escolhidos mas, devido ao calor, estavam muito secos e gerava-se muito pó, principalmente nas descidas mais rápidas.<br />As paisagens eram fantásticas, os caminhos eram &quot;durinhos&quot; e o calor começava a apertar, mas encontrei facilmente o meu ritmo e estava a andar confortavelmente. O mesmo não se passava com outros betetistas que começavam a apresentar dificuldades devido ao calor e, principalmente, devido à falta de água. Esta foi a maior falha da organização. Com temperaturas muito altas, não existiam abastecimentos de água intermédios e, no local marcado para reforço alimentar, a água esgotou, deixando muitos participantes desesperados. Esta falha foi gravíssima mas infelizmente não foi a única. Em termos de organização, este foi certamente o pior evento do género em que participei até hoje. Isto é duplamente lamentável pelo facto de ser uma organização &quot;supostamente&quot; profissional e pelo excelente percurso e paisagens que proporcionava. Estes aspectos serão levados em conta em possíveis participações futuras neste evento.<br /></div>

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		<title>Arturo Sandoval</title>
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		<pubDate>Fri, 15 May 2009 00:26:20 +0000</pubDate>
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Há alguns anos, através de um filme &#8211; &#34;For Love or Country: The Story of Arturo Sandoval&#34; &#8211; fiquei a conhecer um pouco da história de vida de um dos grandes trompetistas do nosso tempo. Este fabuloso trompetista cubano teve grandes dificuldades para deixar a ilha e apresentar o seu enorme talento a outros públicos. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p style="text-align: justify;">Há alguns anos, através de um filme &#8211; &quot;For Love or Country: The Story of Arturo Sandoval&quot; &#8211; fiquei a conhecer um pouco da história de vida de um dos grandes trompetistas do nosso tempo. Este fabuloso trompetista cubano teve grandes dificuldades para deixar a ilha e apresentar o seu enorme talento a outros públicos. Em Cuba, às escondidas, ouvia alguns mestres do jazz e foi um deles, Dizzie Gillespie, que o integrou na sua orquestra e permitiu a sua fuga ao regime político que condicionava o desenvolvimento internacional da sua carreira. Apesar das limitações políticas, Arturo Sandoval já era um fenómeno bem conhecido a nível mundial, devido ao enorme êxito do grupo Irakere. Este grupo criou um novo estilo músical de fusão entre o jazz e os ritmos e sons latinos e projectou alguns nomes para o panorama musical. Entre eles destacam-se os fundadores e líderes do grupo: Paquito D&#8217;Rivera, Chucho Valdez e Arturo Sandoval.</p><p style="text-align: justify;">A minha curiosidade musical fez-me procurar informações e trabalhos dos Irakere e especialmente do seu trompetista. Quando ouvi algumas gravações do instrumentista cubano fiquei assombrado com o que ouvi. O seu domínio do trompete ultrapassava tudo o que imaginara. Ele conseguia atingir registos extremamente agudos com uma facilidade e clareza impressionantes. Além disso, o virtuosismo não era inferior à habilidade. Além da desenvoltura demonstrada na música latina e no jazz, onde o intérprete tem alguma liberdade musical, devido à forte formação clássica que teve, Arturo Sandoval também se sentia à vontade no estilo clássico. Chegou mesmo a acompanhar algumas das melhores orquestras mundiais, apresentando repertórios clássicos de referência com o mesmo à-vontade com que improvisava num tema latino.</p><p style="text-align: justify;">A presença deste astro musical em Matosinhos foi uma grande surpresa e foi motivo mais que suficiente para marcar presença no Matosinhos Jazz 2009. Apesar da idade já ser considerável para um instrumentista de sopro, mostrou-se em grande forma, apresentando uma versatilidade e amplitude de sons incrível. Como se isto não fosse bastante, mostrou que se trata de um músico multifacetado e não se limitou a mostrar os seus dotes no trompete, brindando os presentes com a interpretação de vários instrumentos, impressionando especialmente ao piano. Tratou-se de um concerto surpreendente e memorável.</p>

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		<title>IV Passeio de BTT da Silva</title>
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		<pubDate>Sun, 29 Mar 2009 16:46:10 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Mais uma agradável manhã de Domingo e mais um não menos agradável passeio de bicicleta pelos montes das redondezas. Dada a proximidade do local de partida, bastou sair de casa vinte minutos antes da partida para chegar bem a tempo da mesma. A organização já tinha providenciado os dorsais e lembranças no dia anterior e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Mais uma agradável manhã de Domingo e mais um não menos agradável passeio de bicicleta pelos montes das redondezas. Dada a proximidade do local de partida, bastou sair de casa vinte minutos antes da partida para chegar bem a tempo da mesma. A organização já tinha providenciado os dorsais e lembranças no dia anterior e, por isso, foi só aparecer no local à hora marcada, com vontade de pedalar e conviver um pouco. No <a href="http://www.helderrodrigues.eu/2008/03/06/3%C2%BA-passeio-de-btt-da-silva/">ano anterior</a>, este evento tinha revelado alguns trilhos desconhecidos e sem grande dificuldade física. Para esta edição esperávamos mais do mesmo.</p><p align="justify"><img height="252" align="right" width="180" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" alt="4º Passeio BTT da Silva" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/maratona_silva.jpg" />Como no dia anterior já tínhamos feito <a href="http://www.helderrodrigues.eu/2009/03/28/ii-rota-do-cavalo-selvagem/">um passeio</a>, optámos por um ritmo moderado no início deste. Dado que o percurso era conhecido, deu para gerir melhor as energias e poupar um pouco antes das subidas. Assim, até chegar ao abastecimento e aos esperados bolos (combustível anímico), limitámo-nos a seguir um trajecto que, curiosamente, tínhamos efectuado uma semana antes num pequeno treino de preparação. Depois da pausa para abastecer e descansar um pouco, pensávamos que teríamos novos caminhos ou trilhos desconhecidos, mas tal não aconteceu. Até final, o percurso já era todo conhecido. Isto fez com que a longa descida do monte, desde São Gonçalo até São Fins, fosse feita a um ritmo pouco recomendável e por vezes arriscado. Pouco depois, sem grandes percalços estávamos novamente na Silva e de regresso a casa onde chegámos ainda antes do meio-dia (bem cedo para o habitual). Em suma, foi um passeio entretido em que fica alguma pena por não ter apresentado nenhum troço novo, o que também começa a não ser fácil dado o conhecimento que já vamos tendo dos montes cá da zona.<br /></p>]]></content:encoded>
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		<title>II Rota do Cavalo Selvagem</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Mar 2009 17:53:59 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Rota do Cavalo Selvagem já vai na segunda edição, mas foi a primeira vez que participei neste evento organizado pela Singletrack. O conhecimento deste passeio chegou-me através de um mail do António, que é um habitué destas andanças e um dos responsáveis pela minha escolha de bicicleta. Tinha-me cruzado com ele no &#34;Azenhas do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><img height="194" align="right" width="148" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/garranos.jpg" alt="Rota do Cavalo Selvagem" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" />A Rota do Cavalo Selvagem já vai na segunda edição, mas foi a primeira vez que participei neste evento organizado pela <a href="http://www.singletrack.pt/">Singletrack</a>. O conhecimento deste passeio chegou-me através de um mail do António, que é um <em>habitué</em> destas andanças e um dos responsáveis pela minha escolha de bicicleta. Tinha-me cruzado com ele no &quot;Azenhas do Neiva&quot; na altura em que andava em processo de escolha e, se já andava de olho na Trek Fuel EX5, quando a vi nesse passeio fiquei quase convencido. Por acaso descobri o <a href="http://afsgoncalves.blogspot.com/">site do António</a> e entrei em contacto com ele. Dado as boas referências que ele me deu da bicicleta, acabei por comprá-la. Apesar de nos correspondermos regularmente por mail, ainda não nos conhecíamos pessoalmente e, por isso, este passeio também serviu para isso.</p><p align="justify"><img height="187" align="left" width="250" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" alt="Rota_Cavalo_Selvagem" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/Rota_Cavalo_Selvagem.jpg" />Quanto ao passeio, começou bem. O início foi feito com a subida até Santa Luzia, que já tinha feito anteriormente e que me agrada bastante. Depois de uma paragem em frente ao santuário para as fotos da praxe, continuámos a subir, rumo ao Parque Eólico, onde deveríamos avistar os cavalos selvagens. De facto, assim foi! Após uns quilómetros de algum esforço, compensados pelas fabulosas paisagens que se obtêm sobre a serra e a costa, pudemos apreciar vários exemplares dos referidos animais. Apesar de ser maioritariamente em subida, a maior dificuldade não foi o relevo, nem sequer o piso que até era bastante regular. O forte vento que se fazia sentir, quase sempre de frente, além de dificultar a progressão, arrefecia bastante os músculos e desaconselhava paragens para apreciar as vistas.</p><p align="justify"><img height="186" align="left" width="250" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" alt="Rota_Cavalo_Selvagem" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/6926.jpg" />Depois de vaguear um pouco pela serra e ver os equídeos, era altura de descer. A descida foi longa e teve partes espectaculares, com saltos e partes muito técnicas. Após uns bons minutos de descida a alta velocidade chegámos a Vila Praia de Âncora e, a partir daí, o percurso foi muito diferente mas igualmente espectacular. A parte final do passeio foi feito junto ao mar, por trilhos de enorme beleza paisagística, complementados desta vez por um vento pelas costas que ajudava a progredir quase sem esforço. Assim, chegámos a Viana pouco depois das 14 horas e não muito desgastados, pois no dia seguinte haveria novo passeio. Quanto a este, além de termos conhecido novos percursos, conhecemos também mais alguns entusiastas do pedal que pretendemos acompanhar em próximas aventuras.<br /></p>]]></content:encoded>
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		<title>Subida a Carris 2009</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Feb 2009 23:03:01 +0000</pubDate>
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Uma das actividades que tenho realizado quase todos os anos com alguns amigos já está quase a atingir a categoria de tradição. Nos últimos cinco anos, este percurso foi feito por quatro vezes e três elementos são totalistas (eu e os Pires). A subida até às minas de Carris é uma caminhada fisicamente exigente e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">
Uma das actividades que tenho realizado quase todos os anos com alguns amigos já está quase a atingir a categoria de tradição. Nos últimos cinco anos, este percurso foi feito por quatro vezes e três elementos são totalistas (eu e os Pires). A <a href="http://www.helderrodrigues.eu/2007/03/18/subida-a-carris-serra-do-geres/" target="_blank" title="Subida a Carris">subida até às minas de Carris</a> é uma caminhada fisicamente exigente e, simultaneamente, um exercício de fuga da civilização e de alguns dos seus vícios. Aproveitando a pausa escolar (e de algumas empresas) para festejar o Carnaval, aproveitámos para rever algumas das mais belas paisagens da Serra do Gerês. </p><p align="justify"><img height="180" align="right" width="240" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" alt="Caminhada às Minas de Carris" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/carris1.JPG" />Em edições anteriores havia sempre alguma dificuldade em fazer este percurso, inerente ao acentuado desnível e ao piso complicado. Porém, desta vez tínhamos uma agradável surpresa à nossa espera. Nas outras vezes, a caminhada foi feita no Verão ou no final da Primavera e com temperaturas agradáveis. Desta vez, a temperatura estava um pouco mais fresca, mas para caminhar até era bastante adequada. Na parte inicial do percurso há bastante sombra e, por isso, por vezes até se fez sentir algum frio. A partir do momento em que a vegetação começa a rarear, o calor começa a fazer-se notar. Contudo, quando a vegetação começava a diminuir, começava a surgir um novo elemento: alguns restos de neve. Apesar do Inverno rigoroso, o último nevão já tinha ocorrido há mais de três semanas e, como tal, já não esperávamos mais que uns restos de neve em sítios menos expostos ao Sol. De facto, começámos por ficar muito satisfeitos por encontrar pequenos amontoados de neve, conservados nas sombras nas margens do caminho. Porém, a partir do meio do percurso, deixaram de ser pedaços de neve ou gelo no caminho para se transformar num trilho completamente branco e pouco estável. </p><p align="justify"><img height="200" align="left" width="150" style="border-style: solid; border-width: 0px; margin: 3px; padding: 0px;" alt="Serra do Gerês" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/carris.JPG" />Foram certamente uns quatro quilómetros percorridos sobre um piso instável e ruidoso, que constantemente nos pregava partidas, até chegar junto das minas desactivadas. As quedas e afundamentos na neve eram constantes, o que fez com que demorássemos mais a chegar ao cimo da serra. Depois de almoçar encostados a um penedo, para evitar as fortes rajadas de vento, fomos visiar a represa, que se encontrava completamente congelada, mais parecendo uma pista de patinagem, e subimos até ao marco geodésico, para apreciar as vistas sobre o enorme manto branco. Na descida continuaram as quedas que, por não serem poucas, começavam a desgastar as articulações e o cansaço começava a fazer-se sentir. Juntando estes dois factores, a nossa forma de caminhar parecia pouco sóbria. Com mais algumas escorregadelas, tropeções e tombos a condizer, lá conseguimos chegar novamente a solo firme e acelerar o passo até ao carro que nos traria até casa. A experiência de caminhar sobre neve foi nova para todos e, apesar de não estarmos preparados, distinguiu esta caminhada de todas as que tínhamos feito anteriormente. Para o próximo ano é para repetir (se o Inverno se portar novamente tão bem &#8211; ou tão mal).<br /></p>]]></content:encoded>
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		<title>Christian Lindberg</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Dec 2008 22:23:27 +0000</pubDate>
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Em Junho de 2005 visitei pela primeira vez a Casa da Música para assistir a um concerto do trombonista mais conceituado da actualidade &#8211; o sueco Christian Lindberg. Já conhecia alguns dos seus trabalhos mas apenas através da audição de discos. Nem sequer imaginava que o pudesse ver ao vivo quando, ao visitar a sua [...]]]></description>
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<p align="justify"><img height="207" align="right" width="150" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 3px; margin-right: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 3px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " alt="Christian Lindberg" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/lindberg2.jpg" />Em Junho de 2005 visitei pela primeira vez a Casa da Música para assistir a um concerto do trombonista mais conceituado da actualidade &#8211; o sueco Christian Lindberg. Já conhecia alguns dos seus trabalhos mas apenas através da audição de discos. Nem sequer imaginava que o pudesse ver ao vivo quando, ao visitar a sua página pessoal, reparei que estaria na moderna sala de concertos portuense. Dado que na altura ainda não conhecia a Casa da Música, juntei o útil ao agradável e fui assistir a um grande concerto onde a Orquestra Nacional do Porto acompanhou o brilhantismo do trombonista. Nesse memorável concerto, além da emoção provocada pela presença de um prodígio musical extraordinário, ainda tive a oportunidade de assistir à estreia de uma obra de Mark Anthony Turnage&nbsp; (&quot;Yet Another Set To&quot;) para Trombone e Orquestra.</p><p align="justify"><img height="215" align="left" width="200" src="http://www.helderrodrigues.eu/wp-content/images/lindbeg.jpg" alt="Christian Lindberg" style="border-top-style: solid; border-right-style: solid; border-bottom-style: solid; border-left-style: solid; border-top-width: 0px; border-right-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; margin-top: 3px; margin-right: 3px; margin-bottom: 3px; margin-left: 3px; padding-top: 0px; padding-right: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; " />Desde então tenho recebido constantemente as newsletters da Casa da Música e, quando reparei que o instrumentista sueco estava de regresso ao Porto, tratei imediatamente de assegurar a minha presença num dos espectáculos (desta vez a dose era em triplicado!). Mais uma vez, Christian Lindberg surpreendeu os espectadores com o seu virtuosismo e domínio completo do instrumento. Junte-se a isto a companhia da ONP e a fabulosa sensação acústica da Sala Suggia e temos mais uns momentos inolvidáveis para o livro de recordações. Neste concerto, Lindberg apresentou um Concerto para Trombone Alto e Orquestra, de Georg Christoph Wagenseil, e o fabuloso tema &quot;A Motorbike Odissey&quot;, de Jan Sandstrom, composto propositadamente para ele interpretar (o que fez pela 657ª vez na carreira!). A sua enorme fama internacional deve-se, em grande parte, a esta obra, na qual o instrumentista faz com que o som do trombone se assemelhe ao de uma moto e, com coreografia a condizer, vai percorrendo o mundo numa aventura sonora, captando elementos típicos dos mais estranhos lugares, desde os pântanos da Florida (com o canto dos crocodilos) até aos países nórdicos de onde são naturais o autor e o intérprete, acompanhando tudo isto com acelerações, reduções, mudanças de velocidades e todos os sons imagináveis de uma motorizada.</p>
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