Para Record(o)ar
19th November 2008 por helder
Depois de alguns anos de iniciação ao ténis em que a grande dificuldade era o controlo da raquete e da força, começaram a surgir novos problemas. O desgate de algumas componentes da raquete começou a requerer alguns cuidados extra, sendo necessárias algumas substituições. No entanto, a primeira corda rebentada só surgiu com a terceira raquete (a primeira da Head), decorrido pouco tempo da sua aquisição. A partir daí, as cordas rebentadas passaram a ser um acontecimento praticamente normal. Ao fim de uns jogos, as cordas começam a dar sinais de desgaste e, mais jogo menos jogo, acabam por ceder. Porém, desta vez, uma corda que ainda não tinha dado sinais de desgaste, acabou por rebentar e fê-lo em grande. Numa pancada normalíssima, o ruído do batimento foi estranho e logo se percebeu que a corda não aguentara. A surpresa aconteceu quando, ao olhar para a raquete, verifiquei que a corda tinha rebentado em três pontos distintos. E nem foi com força! Se tivesse batido com mais força a bola teria atravessado a raquete
(ou então nem acontecia nada).







Trata-se de um fenómeno bastante comum no Ténis amador, a que os cientistas decidiram chamar de “jeitus in faltis“, conhecido vulgarmente na nossa lingua como “falta de jeito”
Mas que a raquéte é bonita, isso é! Muito bom gosto!
Há porém grupos de estudo que recentemente vieram a público referir que tal situação se deve a um outro fenómeno até aqui ignorado pela comunidade científica do desporto mas já na idade média conhecida pelo nome de “brutis fortia”… Esta raiz etimológica foi-se desgastanto e chegou-se à expressão contemporânea de Força Bruta!!!
Resumindo as palavras do Vitor e do Eduardo: “vai mas é trabalhar oh…”
não sabes que se devem tratar as “raquetes” com carinho?