Monthly Archives: May 2008

Caminhada e Pedalada Solidária da SOPRO

No último dia de Maio, juntando o útil ao agradável, decidimos participar nesta actividade solidária organizada pelo SOPRO. Como seria de esperar, optámos pela Pedalada e, como também seria de esperar, foi muito diferente dos passeios em que já tínhamos participado. Desde logo, notava-se uma grande participação de crianças e também um número significativo de mulheres. Tendo em conta tudo isto, tratou-se de um calmo passeio por caminhos e estradas dos arredores de Barcelos. A dificuldade teria de ser baixa e o ritmo também foi, de forma a manter o grupo compacto.

Caminhada e Pedalada Solidária - SOPROPor volta das 11 horas, os participantes da Pedalada chegaram à Igreja de Abade do Neiva e ali aguardaram um pouco pela chegada dos que optaram pela Caminhada. Posteriormente, todos foram presenteados com um agradável lanche e, depois de alguns momentos de convívio, partiram novamente, desta vez rumo ao Colégio La Salle, onde teria lugar uma confraternização final mais demorada. Os "caminhantes" e os "pedalantes" voltaram a separar-se e seguiram por caminhos distintos até ao local de chegada. Para nós foi uma manhã de Sábado bem passada, a fazer o que gostámos e a contribuir para uma causa nobre.

IV Raid BTT de Barroselas

Num Domingo solarengo, bem cedo, fiz o trajecto normal dos dias da semana, mas desta vez não era para trabalhar. Apesar de nunca ter participado nos raides organizados pelo Barroselas Bike Team (BBT), tinha boas referências desses eventos. Como habitualmente, encontram-se alguns conhecidos destas andanças e aproveitam-se os instantes antes da partida para conversara um pouco, porque depois nem sempre é possível.

IV Raid BTT de BarroselasPor volta das 9h foi dada a partida e depois de uma pequena volta de reconhecimento pela Vila de Barroselas, começamos a subir acentuadamente os montes das redondezas. Dado que não tinha o mínimo conhecimento do percurso, optei por uma abordagem cautelosa. No final dessa longa e íngreme subida esperava-nos uma perigosa descida, onde muitos se viram obrigados a desmontar. Nem sempre subir é o mais difícil! O percurso apresentava grandes dificuldades que obrigavam a alguma contenção na sua abordagem mas, por outro lado, presenteava-nos com magníficas paisagens e com trilhos espectaculares. Entre estes destaca-se um troço do percurso por entre as vinhas da Quinta Solar de Merufe, findo o qual os betetistas tinham o habitual reforço, complementado desta vez com uma prova do vinho produzido pelos vinhedos que tinham contornado momentos antes. A partir daí ainda nos esperavam mais algumas dificuldades até regressar a Barroselas, mas com maior ou menor esforço e com muita diversão pela variedade de trilhos apresentada, acabámos por alcançar o objectivo final. Apesar de serem apenas 35 kms, a elevada dificuldade dos desníveis fez com que a média fosse baixa e a hora de chegada um pouco tardia, relativamente às previsões iniciais. Contudo, pela variedade e beleza dos trilhos escolhidos, é um evento a repetir.

Ida a São Bento em Bicicleta 2008

Aproveitando o feriado do 1º de Maio, eu e o meu homónimo decidimos cumprir uma tradição dos anos mais recentes – a ida a São Bento da Porta Aberta. Já lá fomos a pé, como muita gente, mas ultimamente temos optado pela bicicleta. A partida aconteceu pelas nove horas da manhã e o tempo parecia bem agradável, com algumas nuvens mas com um dia solarengo em perspectiva. Porém, à medida que nos deslocávamos em direcção a Prado, o céu começou a ficar com umas tonalidades bem mais carregadas e começaram a surgir os primeiros receios de chuva. Apesar da temperatura ser muito agradável para pedalar, a ideia de ficar encharcado não agradava nada. Quando nos aproximávamos de Amares, as indicações de precipitação aumentavam mas, como já tínhamos uma boa parte do percurso feita, optámos por continuar e acelerar o ritmo, para tentar chegar ao destino antes da chuva. Se chovesse no regresso era chato, mas era bem pior à ida porque teríamos de parar para almoço. As ameaças de chuva foram constantes mas só se concretizaram mesmo à chegada e nem sequer foi nada de sério. Mesmo não estando numa forma invejável e com alguma falta de treino, a viagem decorreu em bom ritmo e, pouco depois das onze e meia, já estávamos em frente ao Santuário. A subida final, que costuma causar grande mossa, desta vez foi feita com "prego a fundo" e até pareceu mais curta e bem menos dura que das outras vezes.

Depois de recompor energias com um almoço revigorante e com algum tempo de descanso, por volta da uma e meia, arrancámos novamente, desta vez em direcção a casa. Agora era altura para desfrutar de uma grande descida até à Marina de Rio Caldo. A partir daí foi um constante sobe e desce, por entre montes e aldeias, sempre em alto ritmo, até chegar novamente a Amares. As pernas aguentavam bem e o ritmo ia sendo forçado para níveis bem elevados. Com as estradas em bom estado e as bicicletas bem afinadas, quase nem se notavam os desníveis e a cadência de pedalada pouco variava, quer fossem subidas ou descidas. O panorama só mudou quando alterámos o percurso da ida e, em vez de voltar por Galegos, optámos por vir por Cervães. Aí, numa interminável subida, começaram a sentir-se alguns efeitos do cansaço e o ritmo desceu drasticamente. Porém, apesar das dificuldades da parte final, pouco passava das quatro horas da tarde quando terminámos esta longa maratona minhota.

7º Passeio de Cicloturismo da Silva

Passeio de Cicloturismo da Silva 2008À semelhança de anos anteriores, no passado dia 25 de Abril, participei no passeio cicloturístico da Silva que, como habitualmente, liga esta freguesia ao farol de Esposende. Logo pela manhã, um enorme aglomerado de cicloturistas partiu da sede do Núcleo Desportivo da Silva e, escoltado pela polícia e por alguns motards dos Motogalos, rumaram ao litoral. Este passeio não tem qualquer caracter competitivo e é realizado a um ritmo bastante baixo. O importante é a participação de todos e o convívio. Por isso, é comum a presença de muitas crianças, alguns jovens de idade mais avançada e um número significativo de mulheres. O percurso é sempre por estrada, com óptimo piso e com desníveis pouco acentuados. A maior dificuldade é pedalar dentro de um grupo tão grande a um ritmo tão baixo. Consoante o desnível do percurso, alguns elementos menos experientes alteram muito o seu ritmo e isso causa algumas perturbações e, por vezes, provoca atrapalhações e até algumas quedas. Na chegada a Esposende, como habitual, fomos presenteados com um lanche e mais alguns momentos de convívio.

Passeio Cicloturismo SilvaNo regresso, já sem pelotão, optámos por um percurso diferente. Dado que, em termos físicos, ainda estávamos bem frescos, escolhemos um percurso mais exigente. Em Creixomil, efectuámos um desvio com algumas subidas, até Santa Leocádia. No final da manhã já estávamos de regresso a casa e com a tradição do 25 de Abril cumprida. Este passeio conta já com alguns anos e já se tornou um ponto de encontro e confraternização entre os que têm o gosto e algum prazer em pedalar. Foi a minha terceira ou quarta participação e, certamente, muitas mais se seguirão.